" Se você conhece a si mesmo e a seu inimigo, não deverá temer o resultado de cem batalhas, se você conhece a si mesmo mas não ao seu inimigo, para cada vitória sofrerá uma derrota, mas se você não conhece a si mesmo e nem ao seu inimigo perderá todas as batalhas. “ (Sun Tzu - A Arte da Guerra)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Coração em Pororoca
Meu Coração, em balanços,
se revolta contra si mesmo,
no que tange em detritos,
como mares e rios que se encontram.
Meu Coração está em Pororoca.
Ora tende à Luz,
ora tende às Trevas,
não sabe que lado tomar,
não se equilibra, também.
Este desajuste incomoda,
faz doer na alma,
faz-me questionar minha existência,
minhas opções e escolhas,
enfim, questiona minha vida.
Que caminho devo tomar?
Quais opções são as melhores?
Qual busca me conduzirá ao Abismo?
Ao Paraíso?
À Arcádia?
Perguntas sem respostas...
Augúrio sem previsão...
Destino sem trancas...
Vitória sem tranças...
Quem sabe me dizer,
o quanto um coração pode aguentar,
de lamúrias?
Questionar-se pode ser um caminho,
que conduz ao auto-conhecimento,
mas quem sabe também não conduz,
à Destruição?
Devo recolher-me,
mais uma vez,
buscar meu Templo Interno,
e mais uma vez meditar,
sobre os momentuns da vida...
Com Carinho Compartilho,
Anjo Guardião Branco
Kin 248 Estrela Magnética Amarela
Lua Ressonante do Macaco, Dali 22
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Poesia - Em Busca do Bosque Sagrado
Em Busca do Bosque Sagrado
Eis-me Aqui, mais uma vez,
Lisonjeando-me em qualidades,
em desventuras mil,
desamores e desméritos.
Dissabores da Vida,
Em linguados varonis,
tomo-me em barcas á pensar,
em margens plantas dissociadas,
camaradagens desapegadas,
mestrados perenes.
Ah, que mágoa a minha!
Dissociar-me deste rincão eterno,
de Sabedorias imemoráveis,
de Conhecimentos Eternos,
do Mundo mágico,
ah... que Sina...
Por que fiz-me isso?
A que me condenei?
Ao tentar me desligar deste eterno lugar,
o Bosque Sagrado,
em Honra ao Mártirio dos Homens?
Ah, que Desonra...
Onde estava com a cabeça?
Perdão, Mãe Gaia, Perdão,
perdoa este teu filho errante,
este bardo sem melodia,
este aventureiro sem vontade,
este traste desconfiado.
Ah, perdão Mestres e Mestras,
em nome da Raiva, do Ego,
julguei vossos ensinamentos errôneos,
só por quê foram transmitidos
por boca inconfidente,
por aqueles que os traiu,
que falso pensamento o meu...
Que lamúria...
Eis-me aqui,
alcançando Vosso perdão,
Perdoado estou,
posso prostar-me novamente aos Teus Pés,
e ler as escrituras sagradas,
dotadas de Símbolos vivos, vastos,
que enchem minha Mente com Saber,
Eterno Saber.
Grato Merlins,
Grato Morganas,
Guineveres, Kevins, Arthurs, Morgauses,
Magos e Fadas,
quais nunca me abandonaram...
Grato...
Que meu Pranto afogado,
seja o símbolo do nosso reencontro,
e para que nunca mais se quebre,
chorarei pra sempre.
Com Carinho Compartilho,
Anjo Guardião Branco
11:04
Kin 190, Cachorro Galático Branco, Lua Harmônica do Pavão, Limi 20
Para os Eternos Buscadores.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Pensamento - Saudade (Lembrança da Primavera)

Saudade (Lembrança da Primavera)
Saudade das Paragens Verdes,
das Margaridas e Rosas, plantadas na Janela,
do cheiro matinal do mato,
dos augúrios infantis quais me impeliam à buscar...
Buscar um tempo imemorável,
de castelos altivos, murados,
de céus azuis intermináveis,
de maravilhosos campos floridos,
colinas e colinas brancas de pedra,
de companherismos mil.
Lembrança de um tempo esquecido,
de um tempo, onde as pessoas eram mágicas,
acreditavam naturalmente,
por quê a crença palpitava em seus corações.
Tempos antes do Homem,
preencher tudo com seu saber,
seus "por-quês", quando tudo,
era desprovido de "energia proprietária" do Homem...
Tempo onde tudo era natural,
ainda era possível ver Fadas, Gnomos, Duendes,
O Povo Antigo,
à caminhar pelos bosques, criando sua sociedade,
seu convívio verpertino, sua sociedade materna.
Antes do Homem padronizar tudo.
Um tempo, onde homens eram homens,
a busca era à cavalo,
as chegadas demoradas,
as lições mais perceptíveis.
Tempo infanto-varonil;
Tempo de Magia e Maravilhas,
tempo onde Deus ainda estava na natureza,
não sob domínio dos Homens,
em templos de pedra artificial,
longe do coração...
destronado em mim...
Tempos estes que voltam,
mas no mundo próximo, onde a naturalidade
será resgatada, onde os humanos voltarão a ser
quem são de verdade, Anjos...
Ah, Tardes de Lembranças Infantis,
que me remetem à outros tempos...
Que Saudade...
Que venha a Terra depois dessa,
que venha o tempo depois desse,
o tempo-sem-tempo ...
O Dia do Perdão...
De Mago Rítmico Branco para Tormenta Ressonante Azul,
faz me lembrar que este dias juvenis voltarão,
mas dessa vez, para ficar...
Paz em Todos os Quadrantes.
Com Carinho Compartilho,
Anjo Guardião Branco
Mão Espectral Azul
Kin 59, Dali 01, Lua Magnética do Morcego, Tormenta Ressonante Azul
Um dia após o Dia do Perdão
26/07/2012.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Poesia - Aquietação
Aquietação
Em saltos
Quânticos,
em
prantos tânticros,
viajo na
aventura cabal,
universal,
enveredo
no matagal,
da minha
intolerância,
ingênua.
Em que
prantos estes?
A que se
chora?
O Filho
fora da toca,
em
prantos graves, traves,
chora por
não haver,
plena
serenidade.
Em
comichões se pica,
se faz de
Agua-viva,
noutra
toca sem medida,
num
oceano de intriga.
Ora,
faz-me reto,
faz-me
puro,
diga o
que é correto,
ei de
seguir, mas ao ouvir,
desanimo
sem medir...
Ora,
faz-me Santo,
toca-me
com medidas caseiras,
faz-me
acreditar em ti
e
renda-me na tua ilusão.
Brado,
pranto, desgosto.
Aquietação...
Marco
mais um algo,
na minha
sina, trina,
amiga.
Não me
faço de mal-visto,
nem de
vestido,
mas
sinto, por não ver-me,
num
cárcere mais físico,
e
perdido...
Com Carinho Compartilho
Anjo Guardião Branco.
Salve Ogum!
Salve Jorge!
P.S.: Não reproduza nem copie qualquer conteúdo do Blog sem prévia autorização de seu autor.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Festa do Equinócio de Outono - Mabon
No antigo calendário Celta (Graças à Deusa-Mãe, resgatado nos dias de hoje) havia vários festejos em determinadas épocas do Ano, para celebrar as passagens das estações, das colheitas, os lamúrios invernais, assim como, para adorar aos Deuses e Deusas, criando assim, um elo para com todos eles, assim como com Gaia, a Terra-Mãe, inquebrantável, algo Glorioso e Eterno. Nesta época, já é preparado a Declínio do Deus, que já começa a dar mostras de fraqueza, já se prepara para viajar para a Terra do Verão. Publicarei aqui, os costumes desta época, no antigo e atual, que este povo maravilhoso, o povo Celta, entre outros, prepara para seus amados Deuses:
Mabon - Autumn - Equinócio de Outono
(21 de Setembro - Hemisfério Norte) e (21 de Março - Hemisfério Sul)
Este é o segundo dos festivais da colheita (sendo Samhain o terceiro). A fraqueza do Deus já se faz sentir, e as plantações vão aos poucos desaparecendo, enquanto os estoques se enchem. Derrama-se leite sobre a terra para agradecer pela fertilidade e bondade da terra. Agora, nos fechamos, e nossos corações voltam-se para nós mesmos.
Fonte: Wikipedia: pt.wikipedia.org
No Panteão Celta, Mabon, também conhecido como Angus, era o Deus do Amor. Nessa noite devemos pedir harmonia no amor e proteção para as pessoas que amamos. Esta é a segunda colheita do ano. O Altar deve ser enfeitado com as sementes que renascerão na primavera. O chão deve ser forrado com folhas secas.
O Deus está agonizando e logo morrerá. Este é o Festival em que devemos pedir pelos que estão doentes e pelas pessoas mais velhas, que precisam de nossa ajuda e conforto. Também é nesse festival que homenageamos as nossas Antepassadas Femininas, queimando papéis com seus nomes no Caldeirão e lhes dirigindo palavras de gratidão e bênçãos.
O período negro do ano se aproxima aos poucos. É uma data especial para evocarmos espíritos familiares, guardiões e antepassados para pedir sua ajuda e aconselhamento no período mais negro da Roda, que em pouco tempo se fará presente.
Fonte: Mistérios Antigos: http://www.misteriosantigos.com/
Mabon (pronuncia-se Mêibon) é também conhecido como Equinócio de Outono ou Lar da Colheita ou Festival da Segunda Colheita. Dia sagrado no paganismo, em especial na religião Wicca. Celebrado no dia do equinócio de outono, que corresponde a aproximadamente dia 20 de março no hemisfério Sul e no dia 22 de setembro no hemisfério Norte (as datas dos equinócios podem apresentar uma variação de até 3 dias de acordo com o ano).
Simbolismo
Esse sabbat (Sabá no Brasil), que ocorre entre o Primeiro festival da colheita (Lughnasadh) e o Ano novo pagão (Samhain), marca o início do outono, dia santo pagão de descanso da colheita e comemoração, uma época de agradecimento aos Deuses por tudo o que foi colhido e caçado. É uma época de equilíbrio, onde o dia e a noite têm a mesma duração.
Este é o dia de ação de graças do paganismo. Data onde os pagãos honram o Deus em seu aspecto de semente e a Grande Mãe em seu aspecto de Provedora.
O nome Mabon veio de um deus Celtas (também conhecido como Angus), o Deus do Amor. Esta é a ocasião ideal para pedirmos por todos aqueles que amamos, além de todos os que estão doentes ou velhos.
Costumes e tradições
É tradição reunir os amigos para um jantar, a fim de celebrar a fartura e comemorar as conquistas.
Também é costume retirar um tempo para dar uma atenção à sua casa, como consertar objetos estragados, restabelecer os estoques ou simplesmente fazer uma faxina. É comum em algumas tradições realizar uma bênção na casa no dia de Mabon.
As noites já começaram a ficar mais longas, desde o Solstício de Verão; aproxima-se a época da partida do Deus para a Terra do Verão, deixando a sua própria semente no ventre da Deusa, de onde renascerá (mantendo o eterno ciclo do nascer-morrer-renascer).
Correspondências
Em cada um dos oito sabbats da Roda do Ano na religião Wicca existem correspondências específicas para a composição dos rituais baseadas nos simbolismos de cada época.
Plantas e frutos: Flores de acácia, benjoim, madressilva, malmequer, mirra, folhas e cascas de carvalho.
Comidas típicas: Maçãs, nozes, castanhas, amêndoas, milho, amoras pretas, jabuticabas, cravo, além de pães, tortas e outros pratos feitos a partir dos frutos da estação.
Bebidas típicas: Vinhos, cervejas, sidras, além de sucos e outras bebidas preparadas a partir dos frutos da estação (em especial a maçã).
Incensos: cravo, patchouli, mirra, maçã, benjoim e sálvia.
Cores: marrom, verde, laranja e amarela. (Cores outonais no geral).
Pedras: cornalina, lápis-lázuli, safira e ágata amarela.
Fonte: Wikipedia: pt.wikipedia.org
São as Sabedorias do povos antigos que estão ressurgindo. Estamos resgatando o que outrora nos foi usurpado, buscando na nossa memória ancestral toda a verdadeira religação, toda a verdadeira religião. Somos livres, Bem-Amados, e assim como o Deus e a Deusa, somos eternos. É assim que compartilho convosco, trazendo neste blog, neste pequeno Templo de Luz, mais Luz nas nossas vidas, com mais este conhecimento, mais este Festival de Alegria e Liberdade. Luz Sempre, Bem-Amados.
Sejam Abençoados.
Namastê.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Poesia - Alento
Alento
Na mais recente desilusão,
estou eu sentindo o clarão,
da busca fatídica, sem visão,
no enaltecer da paixão.
Paixão esta sem vivida,
por uma esperança caída,
esquartejada, sem vida,
esmagada, esvaída.
Quanto mais me encaixo,
mais me desencaixo,
não me sinto bem,
com o que as pessoas têm.
Elas me magoam, me destroem,
almas de pedra, como o Golem,
em mim despertam, constroem,
alma sofrida, em lamúrios me corroem.
Sou assim, sensível,
ás vezes, inaudível,
vontade imprescritível,
de ser invisível.
Sou descarado,
desencaixado,
incompreendido,
de mazelas despido.
Porém, desprezado,
jogado às traças, humilhado,
tolhido, arrancado, seifado,
na ignorância, afogado.
Termino este lamento,
fazendo advento,
do duradouro tormento,
que é estar sem alento.
Alento de Luz, mudança,
para este mundo, esperança
transmutação total,
liberdade, afinal!
Com Carinho Compartilho,
Anjo Guardião Branco
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Festa do Solstício de Verão - Midsummer ou Litha
Eis que no calendário Celta, existe os festejos do solstício de Verão - O dia mais longo do ano, onde há comemorações da vida e do amor. Publicarei aqui, um texto do wikipédia sobre tal festival:
Litha marca o primeiro dia do verão e se situa entre Erelitha e Afterlitha no calendário germânico antigo e um dos oito sabás neopagães. O termo é usado especialmente no calendário Asatru.
Ocorre no Hemisfério Sul em 21 de Dezembro e 21 de junho no hemisfério norte.
È o momento quem que o poder do Sol chega ao seu ápice e as flores, folhagens e gramados encontram-se lindos e abundantemente floridos e verdes. Muitos dos círculos de pedra, como o Stonehenge, e dos monumentos pré-célticos estão alinhados com o nascer do Sol
Após a união da Deusa e do Deus em Beltane, O Deus está adulto, um homem formado, e tornou pai - dos grãos. Em sua plenitude, ele traz o calor do verão e a promessa total de fertilização com o sucesso do enlace feita com a Deusa. Sendo o auge do Deus, também prenuncia o seu declínio, nesse momento o Deus, após cumprir a sua função de fertilizador, dá seu último beijo em sua amada e caminha ao país do Verão (Outro Mundo), utilizando o Barco da Morte para morrer em Samhain. Em algumas tradições festeja-se a despedida do reinado do Deus do Carvalho (Senhor do Ano Crescente) e o início do reinado do Deus do Azevinho (Senhor do Ano Decrescente) que durará até Yule. Este é o único Sabá em que às vezes se fazem feitiços, pois acredita-se que seu poder mágico é muito grande.
Costumes de Litha
Ocorre no Hemisfério Sul em 21 de Dezembro e 21 de junho no hemisfério norte.
È o momento quem que o poder do Sol chega ao seu ápice e as flores, folhagens e gramados encontram-se lindos e abundantemente floridos e verdes. Muitos dos círculos de pedra, como o Stonehenge, e dos monumentos pré-célticos estão alinhados com o nascer do Sol
Após a união da Deusa e do Deus em Beltane, O Deus está adulto, um homem formado, e tornou pai - dos grãos. Em sua plenitude, ele traz o calor do verão e a promessa total de fertilização com o sucesso do enlace feita com a Deusa. Sendo o auge do Deus, também prenuncia o seu declínio, nesse momento o Deus, após cumprir a sua função de fertilizador, dá seu último beijo em sua amada e caminha ao país do Verão (Outro Mundo), utilizando o Barco da Morte para morrer em Samhain. Em algumas tradições festeja-se a despedida do reinado do Deus do Carvalho (Senhor do Ano Crescente) e o início do reinado do Deus do Azevinho (Senhor do Ano Decrescente) que durará até Yule. Este é o único Sabá em que às vezes se fazem feitiços, pois acredita-se que seu poder mágico é muito grande.
Costumes de Litha
Há uma infinidade de lendas e ritos que envolvem a noite do Solstício de Verão: Um dos costumes mais populares na Europa e Norte da África é a colheita de ervas medicinais e mágicas nesse dia. Acredita-se que a plenitude da força do deus está impregnada nessas ervas e contém todo o poder sanador e mágico para a cura de doenças. O visco e o basílico, como outras muitas ervas, são colhidos ritualisticamente e usados para preservar a energia nos tempos frios em encantamentos e sortilégios.
Banhos purificadores e curas milagrosas são realizados nas noites mágicas em fontes, rios e cachoeiras. Acredita-se também que tudo aquilo que for sonhado, desejado ou pedido na noite de Litha se tornará realidade.
Os antigos Povos da Europa acreditam que, nessa noite, criaturas mágicas andam correndo pelos campos e florestas e poderiam facilmente ser vistos e contatados.
Nesse dia os amuletos do ano anterior são queimados e novos talismãs de proteção, poções para sonhos proféticos e filtros são feitos para aproveitar o grande momento de poder.
É costume dar continuidade a grande fogueira de Beltane, como também pula-la para se livrar dos infortúnios e da negatividade. Tradicionalmente essa fogueira é acesa com gravetos de abeto e carvalho, duas árvores consideradas mágicas pelos neopagães.
Banhos purificadores e curas milagrosas são realizados nas noites mágicas em fontes, rios e cachoeiras. Acredita-se também que tudo aquilo que for sonhado, desejado ou pedido na noite de Litha se tornará realidade.
Os antigos Povos da Europa acreditam que, nessa noite, criaturas mágicas andam correndo pelos campos e florestas e poderiam facilmente ser vistos e contatados.
Nesse dia os amuletos do ano anterior são queimados e novos talismãs de proteção, poções para sonhos proféticos e filtros são feitos para aproveitar o grande momento de poder.
É costume dar continuidade a grande fogueira de Beltane, como também pula-la para se livrar dos infortúnios e da negatividade. Tradicionalmente essa fogueira é acesa com gravetos de abeto e carvalho, duas árvores consideradas mágicas pelos neopagães.
Eis aqui também, um pouco mais sobre este festival, agora por outra fonte:
Midsummer - Solstício de Verão
(21 de Junho - Hemisfério Norte) e (21 de Dezembro - Hemisfério Sul)
Nesse dia o Sol atingiu a sua plenitude. É o dia mais longo do ano. O Deus chega ao ponto máximo de seu poder. Este é o único Sabbat em que às vezes se fazem feitiços, pois o seu poder mágico é muito grande.
É hora de pedirmos coragem, energia e saúde. Mas não devemos nos esquecer que, embora o Deus esteja em sua plenitude, é nessa hora que ele começa a declinar.
Logo Ele dará o último beijo em sua amada, a Deusa, e partirá no Barco da Morte, em busca da Terra do Verão.
Da mesma forma, devemos ser humildes para não ficarmos cegos com o brilho do sucesso e do Poder. Tudo no Universo é cíclico, devemos não só nos ligarmos à plenitude, mas também aceitar o declínio e a Morte.
Nesse dia, costuma-se fazer um círculo de pedras ou de velas vermelhas. Queimam-se flores vermelhas ou ervas solares (como a Camomila) juntamente com os pedidos no Caldeirão.
Na noite de Midsummer (o Solstício de Verão) fadas, duendes e toda a sorte de elementais correm pela terra, celebrando o fervor da vida. A data era comemorada nos tempos antigos geralmente com jogos e festivais. O corpo e o físico são reverenciados nesta data.
(21 de Junho - Hemisfério Norte) e (21 de Dezembro - Hemisfério Sul)
Nesse dia o Sol atingiu a sua plenitude. É o dia mais longo do ano. O Deus chega ao ponto máximo de seu poder. Este é o único Sabbat em que às vezes se fazem feitiços, pois o seu poder mágico é muito grande.
É hora de pedirmos coragem, energia e saúde. Mas não devemos nos esquecer que, embora o Deus esteja em sua plenitude, é nessa hora que ele começa a declinar.
Logo Ele dará o último beijo em sua amada, a Deusa, e partirá no Barco da Morte, em busca da Terra do Verão.
Da mesma forma, devemos ser humildes para não ficarmos cegos com o brilho do sucesso e do Poder. Tudo no Universo é cíclico, devemos não só nos ligarmos à plenitude, mas também aceitar o declínio e a Morte.
Nesse dia, costuma-se fazer um círculo de pedras ou de velas vermelhas. Queimam-se flores vermelhas ou ervas solares (como a Camomila) juntamente com os pedidos no Caldeirão.
Na noite de Midsummer (o Solstício de Verão) fadas, duendes e toda a sorte de elementais correm pela terra, celebrando o fervor da vida. A data era comemorada nos tempos antigos geralmente com jogos e festivais. O corpo e o físico são reverenciados nesta data.
Fonte: Misterios Antigos.
Existe também, muitas lendas relacionadas com o dia do Verão, inclusive peças magnificas que viraram Filmes como Sonho de um Noite de Verão (A Midsummer Dream) de Shakespeare, entre muitos outros. É uma época para sonhar, uma época para se pedir benefícios, esperança, amor. É quando somos novamente crianças, e junto com o Deus, podemos sentir seu crescimento e evolução, para mais uma vez, cumprir com nosso Destino. Hoje eu dedico um espaço neste meu Humilde Blog, para lembrar este momentum maravilhoso, e trazer para mim, meus amados e meus amigos leitores, a boa vibração deste Dia, que é Eterno e cada vez mais resgatado.Esta será uma das formas quais comemorarei este maravilhoso dia. Viva o Solstício de Verão! Viva o Deus! Viva Litha! Festejemos!!!
Fonte: Wikipédia
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