
Num dado momento, Takaurana deve descansar.
Ele sabe que, mesmo se esforçando ao máximo no templo, não é o suficiente para encontrar a elevação. É necessário descobrir o seu corpo, que é finito e inconsciente.
Neste momento, ele deita na sua cama, e olha para as estrelas.
Vê as constelações, a lua, as estrelas solitárias, algumas grandes, outras menores, algumas que são tão pequenas, que mal dá para vê-las. Um Pensamento vem à mente, algo sobre o que ele esqueceu ontem. Depois, o pensamento voa, faz lembra-lo da fonte do templo, do altar, dos amigos, enfim, a mente se solta e voa. Mas num dado momento, ele fixa sua mente na fonte. Lembra-se, que assim como ela, ele está jorrando, fluindo, escapando pelo riacho, levemente voltando para o rio, e depois para o mar, para o oceano, para o infinito.
Eis que é assim que ele se revela como cidadão do universo.
Assim como as estrelas, ele está em busca de algo, busca a iluminação total da sua mente, do seu corpo e do seu espírito, mas tem suas limitações, que lhe fazem lembrar da graça da vida; As dificuldades. Mesmo que se esforce, o seu corpo não aguenta e num momento, caí em fraqueza. Então ele se lembra da Sabedoria da fonte:
“ Todo aquele que almeja algo encontrar,
deve primeiro aprender a fluir,
pois mesmo se uma montanha surgir à sua frente,
as águas da fonte encontrarão paciência,
para encontrar um caminho dentro dela.
Fluir é saber esperar o momento certo para agir.”
Luz e Paz, Amor e Honra.
Anjo.