quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Frio dia de Dezembro



Frio dia de Dezembro

Olho para cima,
vejo nuvens brancas e céu claro,
mas o meu coração está escuro,
pesado com as nuvens escuras.

Sem carinho, nem calor,
eu me abraço,
buscando me aquecer,
sem esperanças.

Olho para os lados,
vejo pessoas andando,
sem destino, sem saberem,
que são pragas neste deserto,
o deserto da minha alma.

Busco caminhar com elas,
busco ser como elas,
mas não consigo,
não sou como elas,
sou um Sonhador.

Me sinto um lixo!
Sou incapaz de me sentar à mesa,
e lanchar sem me preocupar,
com o quê virá depois.

Que Dura calma é essa?
Sem saber, nem prever,
se a próxima batida do coração,
será a Última?

Ah, que sórdida escolha,
que profundeza vacante,
sem ao menos conhecimento,
sem ao menos, prazer,
prazer pleno e puro.

Ah, que tristeza...
Que infeliz escolha, essa minha,
frugal caminhar,
nesta terra sem verdade,
sem prazer, sem maravilhas,
estéril, sem nada...

Eis que seus Sacerdotes do Caos,
se aninham e maquinam,
transformam esperanças em dinheiro,
transformam almas em escravos,
transformam verdades em mentiras.

Estes sim têm poder!
E Nós, filhos e filhas da Luz,
estamos desertados, fugidos,
devido à mesquinharia de alguns,
em querer mais do quê merecem.

Somos escravos da Serpente!
Ah, minha gente, sem saber,
fomos induzidos a falhar,
pelas nossas próprias falhas,
incontáveis e premeditadas,
falhas.

Seríamos nós, então, incapazes?
Estaríamos nós, errados,
em buscar conceber,
um fato claro e esclarecido,
nossa herança Divina?

Há aqueles que desejam nos dominar,
há aqueles que desejam nos calar,
e também há aqueles que nos desejam mortos,
mas somos indomáveis,
insurretos e inquietos,
e Imortais.

Somos Deuses.

Mas Deuses humanos,
que brigam, que falham,
que desdenham, que choram,
que cobiçam, que machucam,
quem se ama...

Uma pergunta eu faço,
e deixo no ar...

Irá este sofrimento acabar,
neste Frio dia de Dezembro?


Anjo Guardião Branco.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Desalento



Desalento

Somos sombras do passado,
dizem uns,
somos únicos nesta vida,
dizem outros,
viemos aqui para sofrer,
dizem mais alguns.

Mais uma vez,
a sombra do Desalento,
toma minh´alma,
sua robustez mais uma vez,
vem cobrar seu espólio.

Ah, que indigna matança,
que disforme vida,
esta que escolheram,
para viverem.

É inconservador,
ou desconservador,
vai saber,
a confusão persiste também,
em nosso idioma.

Idiotas criancisses,
estas dadas por falidos donos,
senhores de terras cinzentas,
de afogados planos,
já destituídos de poder,
de volúpia, de desejos,
idiotice dos vencidos...

Mas eis que sua influência ainda persiste.

Ainda vemos fome, morte,
destruição, raiva, vingança.

Ainda vemos as raízes de Dona Morte,
perpetuar sobre nossos irmãos e irmãs...

Ah, que vistoso Desalento.

A Vitória foi certeira,
já é fato consumado,
e redigido por altivos,
nos livros da Vida,
porém, a inércia e as falsas mentes,
ainda tateam na mente sem rumo,
das pessoas em comum...

Não me tomem por incrédulo,
creio e faço parte desta mudança,
mas pergunto, ainda assim,
quando vamos sentir, no físico,
tal vitória?

O lamento do destruído não basta?
Os pedidos do despojado não é tudo?
O desespero da mãe que perde seu filho, não concerne?
Não cabe o quanto vemos nas caídas e recaídas alheias?

Sabe, somos vulneráveis,
sem vosso auxílio, irmãos.

Somos presas fáceis,
sem vossa guarda.

Somos desvirtuados,
sem vossa vigília,
assim como a nossa.

Mas vejam, bem-amados,
somos esquecidos, introduzidos,
nesta ventura intencionalmente caída,
sem a amada consciência, em nosso favor,
sem a branda verdade, no estandarte,
sem a bravura digna,
dos verdadeiros aventureiros.

Enfim, somos meras vítimas,
das mais loucas volúpias insanas,
dos conquistadores baixos,
dos torturadores loucos,
e ainda, dos usurpadores,
prostitutos da serpente encantada,
que roubaram nossa ligação,
para convosco;
Nossas lembranças.

Assim, bem-amados,
solto meu Desalento,
em prol dos desistentes, cansados,
machucados, destruídos, magoados,
destituídos, enganados e mui confusos,
Irmãos e Irmãs,
presos na lama, no limbo,
nas confusões Terrestres,
criadas e recriadas,
pelos filhos dos conquistadores,
malogrados, e mal-intencionados,
Filhos do Caos.

Misericórdia e apoio,
Aos Desalentados.

Anjo Guardião Branco

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A Sabedoria das Estrelas


Takaurana e as Estrelas



Já Havia passado alguns meses desde que o Jovem Monge Takaurana havia partido do Templo. Neste período, já havia feito amizade com a Natureza, com os animais, com as plantas. Já sabia tudo que deveria para viver em Paz com os Vales. Já sentia-se em casa no ermo. Seus únicos pertences eram o Jarro, o Cajado e suas roupas, mais nada físico. Em contrapartida, muito havia acumulado em lições, e sua alma se alegrava a cada amanhecer. Takaurana vivia em Paz Plena. Mas ainda não havia avistado a Montanha Sagrada. Nem mesmo uma pista sequer...

Num belo dia, realizando sua jornada como vinha fazendo, o jovem monge se encontrou numa situação difícil, havia chegado num vale onde uma Guerra se desenrolava. Dois Exércitos, de milhares e milhares de homens em cada lado, preparava-se para mais um dia de Batalha. Cada Armada se localizava em pequenas colinas, e no vale que ficava ao meio, já era possível ver muitos corpos abatidos, assim como cavalos mortos, carros de batalhas destruídos e armas partidas. Era uma cena Terrível para um monge, tantas vidas ceifadas, tantas oportunidades perdidas... a Alma do monge se padecia daquela situação.

Eis que caminhando no local, um Soldado observou o monge, e indo na direção dele, pediu por socorro. Takaurana viu um homem magro, muito ferido e doente. Parecia ser jovem, mas sua expressão era de tamanho cansaço, que o homem parecia ter mais de cinquenta anos. Ao atender o Soldado, o jovem monge recebeu o pedido deste; Solicitava cura e cuidado para ele e seus irmãos, assim como uma orientação espiritual. Seguindo o princípio da Compaixão, Takaurana se pôs ao serviço.

A situação era terrível, muitos homens feridos, alguns com doenças já avançadas e alguns quase loucos, devido ao terror que se expuseram. Takaurana parecia ser o único monge nesta localidade, e mesmo sabendo que o trabalho seria colossal, começou a cuidar dos soldados.

O dia foi muito longo. O jovem monge cuidou de mais de cem homens, pois parecia que não se cansava, e que um ânimo muito belo ascendia seu coração, que o firmava em pleno trabalho. A cura que Takaurana aplicava era baseada em ervas que ele aprendeu nas suas jornadas, ervas quais os soldados nem haviam ouvido falar, e também com uma técnica muito diferente. Ao final do dia, a pedido de um oficial, o jovem monge fez uma breve oração, seguida de ensinamentos sobre desapego e ascensão. Ensinou aos soldados que, mesmo na guerra, é possível encontrar a Paz, desde que se possa acreditar fielmente nela. Depois do discurso, o oficial disse a Takaurana que ele poderia partir, mas que não aconselhava continuar o Vale, pois mais uma Batalha se desenrolaria à noite.

Takaurana foi descansar. Deitou ao relento, sem fogueira, e pôs-se a pensar um pouco. Sentia que deveria continuar o Vale, sabia que deveria passar quase exatamente onde a batalha aconteceria. Isso lhe causava medo. E se fosse atingido? Morreria antes de cumprir sua promessa para com o Mestre? Neste instante, o jovem monge observou as Estrelas. Pode notar quão grande é o Universo, quão colossal é a beleza das estrelas, e quantas formas e sentidos ali haviam... Uma inspiração tocou o monge, ele pode notar que uma Sabedoria ali havia. No mesmo instante, pôs-se a andar. Estava tocado por uma grande energia, um ânimo que ele impelia a andar num ritmo constante, quase uniforme, de um caminhar leve, porém firme e determinado. Quando pode notar, já estava no limiar do campo de Batalha.

O Jovem monge não pode perceber bem o quê aconteceu, entrou um estado meditativo mesmo andando, e apenas podia ouvir, ao longe, o barulho de espadas cruzando, flechas zunindo, pessoas gritando de dor. Como se num sonho, Takaurana percebia-se intocável, invencível, inatingível. Seu coração esta todo tomado por uma Certeza de que tudo terminaria bem, e nada de Mal lhe aconteceria.

Quando voltou a si, já havia amanhecido, e o jovem monge se encontrava em posição de lótus, sobre um rochedo liso, com seus pertences ao lado. O único sinal da Batalha que podia ver, era uma fina fumaça que se erguia vale abaixo, muito distante de onde se encontrava, sinal de que a luta foi feroz.

Levantando-se da rocha, pode ver que estava próximo a um caminho que levava ao encontro das Montanhas, unindo o Vale a uma cadeia de Montanha. Apenas quando pode perceber que este era seu caminho, e o sentimento de que tudo passou, e que pode sentir tudo isso no seu coração, é que conseguiu recordar da Sabedoria da Estrelas, ditada durante a noite:



“Saibam que somos as guias mais antigas da Humanidade.

Saibam, que somos seus desejos mais queridos, e seus sonhos mais puros.

Saibam, que somos quem lhes observam durante a noite,

assim como aquelas que os guardam durante os Pesadelos.

Somos suas guardiãs mais queridas, companheiras nas horas de meditação,

suas amigas nas horas de desespero,

e também nas horas em que a dúvida do caminho paira em vossa mente.

Somos as guardiãs da noite,

somos suas anjas da guarda,

somos suas servas, amigas e confidentes,

Somos as Estrelas.

Sábio é aquele que pode nos notar

e pedir por nossa Guarda,

qual atenderemos instantâneamente.

Esta é a Sabedoria das Estrelas.”

Com Carinho Compartilho,

Anjo Guardião Branco.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Poema: Maldita Litânia



Maldita Litânia

A Maldade se espalha,
o Mal não se cura,
investigação se tarda,
e liberam a censura.

Óh Vida, óh Morte,
este povo não progride,
mesmo erro, torpe,
da hipocrisia não desiste.

Fazem de atos, lícitos,
sua contenda ilícita,
em atos nobres, pútridos,
desce goela abaixo dos súditos.

Me dera entender, dogmatizar,
tais atos obscuros, sórdidos,
numa doutrina cabal, à criar,
injustos e infames códigos.

Estão a aprovar o delito,
estão para aprovar a infamia,
a desonra, o título,
de descarada fala profana.

Quanto mais, o Brasil,
país livre, céu anil,
torna-se ditador, vil,
por comunista varonil,
de alma negra, em mais de mil.

Reelegeram a Censura,
como forma de tortura,
assaltando nossa mente,
escravisando nossa gente.

Com Carinho Compartilho,

Anjo Guardião Branco.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oh, Pátria minha





Óh, Pátria minha.




Óh, Pátria minha,
que busca é esta,
que lhe faz tão pequena
tão bucólica e esquecida?

O que lhe fizeram, Pátria minha?
Há tantos escândalos,
tantos lisonjeiros,
tantas maquiavélicas teorias,
em que se faz passar
o mal pelo bem?

Onde lhe disseram,
que roubar é um caminho?
Roubar é descaminho...

Óh, que amargura!
Fizeram da minha pátria,
um covil de ladrões,
um prostíbulo de causas
injustas transpassadas por justa.
Tornaram a Pátria-Mãe,
numa prostituta...

Fizeram do abrigo brasileiro,
uma mola condutora,
mal-feitora em descasos,
e acasos, ilusão-mor.

Que fizeram de Tiradentes?
Tornaram o mártir num esquecimento,
tornaram o libertador num charlatão,
esqueceram o que o conduziu,
esqueceram o que o moveu....
A Igualdade e a Liberdade.

LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN.

Fizeram do meu berço,
um plagiador de causas nobres,
de causas, buscas, filosofias,
um Templo de boas-venturas,
num mal-cheiroso recôndito,
residências de mal-fadados,
de públicos rincões,
difamados nas ações.

Aqui, faz-se para não dar certo.

Óh Rincão de infâmias mil,
poderia se enxergar?
poderia ver o quanto tu és infame,
o quanto promete e não cumpre,
o quanto rouba da população,
em impostos exorbitantes e injustos?

Brasileiro, gentílico do Brasil,
Acorde!

Levante deste berço esplêndido!

Larguemos as paixões,
larguemos as cervejinhas,
o futebol, o carnaval,
as bundas nuas dos programas de televisão,
e busquemos o principal,
que é nossa identidade nacional!

Brava Gente!

Voltemos a ser bravos,
dignos de nossas escolhas,
dignos de nosso trabalho,
não mais taxado e retaxado,
não mais iludido em promessas vazias,
desiludidos seremos,
desiludidos e verdadeiros,
enfrentando causas,
as mais Nobres possíveis,
O Equilíbrio da Nação!

Libertos seremos,
apenas quando,
formos conscientes.

Com Carinho Compartilho,

Anjo Guardião Branco

terça-feira, 3 de maio de 2011

Desgosto









Desgosto








Ah, que desgosto...

Minha inspiração foi embora...

Minha queda em outrora,
me fez viajar nas palavras,
na queda da Vontade.

Ah, amargo entalhe,
Foste amigo nas horas vagas,
foste querido nas tardes claras,
devido ao desenrolar,
da minha história.

Muito meu coração pede,
pedir Paz é demais,
pedir compreensão, um luxo,
pedir ao coração, um caminho...

Caminho este de pedras;
De amargas marcas,
de desavenças cabais,
de preocupações mortais,
mas de um reencontro programado,
e desejado, por mim.

Ah, que dor no peito...

Talvez seja a incompreensão,
talvez seja a indiversão,
ou mesmo, a inversão,
das causas e fatos,
que me fazem sentir.

Ah, que moléstia,
que dor neste peito varonil,
que chagas são estas,
na face deste povo, brava gente?

Chagas, Feridas, Doenças,
Dor por todos os cantos,
amizades desfeitas,
incoerências lançadas,
gente desacreditada.

Nos atingiram no nosso ponto mais frágil,
no coração.

Meu desgosto, minha sina,
é meu cartão postal,
pois muito deste mundo,
não compreendo, nem entendo,
pois exagero e ignorância,
são cartões postais,
deste mundo desenfreado.

Ah, parcas chances,
me deram para tentar mudar,
fazer minha voz dissonante,
tentar vibrar,
o vidro do cálice transbordante,
das paixões pequenas e incessantes,
da gente do mundo.

Demiurgo reina,
seu povo assiste,
seus plebeus têm circo,
pão e circo,
e as paixões os devoram.

Mas este Reino tem seus dias contados.

A Esperança se desenha no horizonte,
se torna mais clara a cada dia,
mas ainda não chegou.

Até lá,
terei que conviver,
com este desgosto, causa lúgubre,
com a incerteza em minh´alma,
com o cheiro do esgoto, a céu aberto,
chamado Mundo, chamado casa, chamado Paraíso,
chamado Planeta Terra, por alguns.

Viva os Inimigos do Rei!
Viva aos Filhos e Filhas da Luz!

Anjo Guardião Branco.

P.S.: Peço desculpas pessoal. Sei que faz um ano que não publico nada. Foi um ano dureza. Me senti distante do prazer de escrever, me senti desconectado. Mas depois de um ano exato da ultima postagem, ai está, mais um trabalho chamado "Desgosto", mesmo sendo um trabalho triste, é um trabalho. Fico grato por poder voltar a escrever, e tbm por perceber que, mesmo me sentindo distante, mesmo eu me sentindo desconectado, mais uma vez provei a mim mesmo "peça e tu receberás". Que bom, fico feliz em voltar. Sei que poucos lerão, menos ainda, entenderão, mas valerá a pena, se ao menos um ser entender e puder aprender algo com isso, já terei cumprido minha missão. Mui grato, amigos.

Paz em todos os Quadrantes.

Com Carinho Compartilho.

Anjo Guardião Branco.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Le Roy Du Monde




Le Roy Du Monde


Nos meus anseios mais íntimos,
desejo o simples e prático.
Porém, apenas o complexo
e ineficaz se apresenta...

Anseios estes nunca apresentados,
sempre esmagados,
pela exigência dos numerários...

“Se não lhes dermos paz,
eles nunca nos deixarão”...
Dizem eles.

Nunca teremos anseios,
teremos apenas obrigações,
e a insanidade dos “direitos do cidadão”

Sistema em ruína,
criado para não funcionar,
apenas existe para proteger a “elite”
o Governo Oculto,
protegê-lo da massa,
da turba, da prole,
dos plebeus, afinal.

Desejos, Anseios,
ora, como diria aquela personagem
“Isso não te pertence mais!!!”
Está errada esta frase,
isso nunca nos pertenceu.

Apenas uma pequena parcela
é-nos dada,
da liberdade, do nosso verdadeiro direito,
da herança que Deus Pai/Mãe nos deixou,
qual nos foi usurpada,
pelos “Defensores do Povo”,
propaganda enganosa...

Diria você,
o autor está delirando,
as pessoas não são assim tão más,
os governos funcionam,
as instituições são amigas,
as fachadas não existem.

Diria eu,
zumbi você é,
zumbi sociológico/econômico,
pois você nada tem,
e diz ter,
saiba que você perde tudo,
na hora que “eles” quiserem.

Le Roy Du monde.

Este é o carrasco,
qual vai lhe iludir,
persuadir, inibir,
até que você se mate,
de tanto trabalhar.

Não somos livres, queridos,
apenas temos essa ilusão.

Assim como eleições,
o chamado “show da Democracia”,
propaganda enganosa,
mais uma.

Elegemos alguns,
estes quais não conhecemos,
não sabemos nem mesmo seus nomes,
muito menos, suas reais intenções.

Estes despidos de qualquer pudor,
usurpam-nos a verdade,
em troca de uma falsa moralidade,
atingida pela prole,
pelo ego, sutil meta,
ante o poder,
este sim sua meta interior.

Mandar, desmandar,
roubar, matar,
iludir, ceifar,
vingar, coagir,
desmentir, mentir,
persuadir, inibir,
deter poder.

Causa final esta.

Talvez nunca tenhamos,
uma verdadeira liderança,
pois não há liderança,
sem conhecer o líder,
sem elegê-lo de coração,
sem conhecer sua intenção.

Democracia?Natimorto.

Como assim disse seu criador...
é Falha,
filha da corrupção.

Le Roy Du monde.

Apenas ele governa,
seus asseclas acham que mandam,
mas apenas servem,
ao Deus Demiurgo.

O Tempo da Vida acabou há tempos.

Vivemos hoje o tempo da Morte,
Kali-yuga é seu nome,
sorte que está no fim...

Que virá depois?

A Era de Ouro, dizem alguns,
a Era dourada dizem outros,
Brahma-yuga dizem alguns mais.

Talvez se aprendermos as lições,
que há Décadas, Séculos e até Milênios,
rejeitamos a aprender,
possamos assim viver,
uma nova era de Vida e Luz.

Até lá, apenas viverá,
na Mente dos iluminados,
no trabalho prático desta lição,
na realização de alguns,
e no coração dos demais.

Até lá, devemos observar,
aprender com o erro,
com a Treva,
para vivenciar a Luz,
num futuro próximo.

Até lá, queridos,
meditem, aprendam,
busquem na sua essência Divina,
e convivam com os Trevosos.

E Agora, estou eu,
aqui novamente, servindo o Sistema,
esperando a Massa Crítica,
acontecer.
Até lá, também meditarei,
buscarei, aprenderei,
para que quando eu tiver força,
fazer as mudanças necessárias,
para que a Luz finque pé,
e não mais se solte.

Selamat Jah.
Paz em todos os Quadrantes.
Com Carinho Compartilho,
Anjo Guardião Branco.