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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Poema: Maldita Litânia



Maldita Litânia

A Maldade se espalha,
o Mal não se cura,
investigação se tarda,
e liberam a censura.

Óh Vida, óh Morte,
este povo não progride,
mesmo erro, torpe,
da hipocrisia não desiste.

Fazem de atos, lícitos,
sua contenda ilícita,
em atos nobres, pútridos,
desce goela abaixo dos súditos.

Me dera entender, dogmatizar,
tais atos obscuros, sórdidos,
numa doutrina cabal, à criar,
injustos e infames códigos.

Estão a aprovar o delito,
estão para aprovar a infamia,
a desonra, o título,
de descarada fala profana.

Quanto mais, o Brasil,
país livre, céu anil,
torna-se ditador, vil,
por comunista varonil,
de alma negra, em mais de mil.

Reelegeram a Censura,
como forma de tortura,
assaltando nossa mente,
escravisando nossa gente.

Com Carinho Compartilho,

Anjo Guardião Branco.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oh, Pátria minha





Óh, Pátria minha.




Óh, Pátria minha,
que busca é esta,
que lhe faz tão pequena
tão bucólica e esquecida?

O que lhe fizeram, Pátria minha?
Há tantos escândalos,
tantos lisonjeiros,
tantas maquiavélicas teorias,
em que se faz passar
o mal pelo bem?

Onde lhe disseram,
que roubar é um caminho?
Roubar é descaminho...

Óh, que amargura!
Fizeram da minha pátria,
um covil de ladrões,
um prostíbulo de causas
injustas transpassadas por justa.
Tornaram a Pátria-Mãe,
numa prostituta...

Fizeram do abrigo brasileiro,
uma mola condutora,
mal-feitora em descasos,
e acasos, ilusão-mor.

Que fizeram de Tiradentes?
Tornaram o mártir num esquecimento,
tornaram o libertador num charlatão,
esqueceram o que o conduziu,
esqueceram o que o moveu....
A Igualdade e a Liberdade.

LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN.

Fizeram do meu berço,
um plagiador de causas nobres,
de causas, buscas, filosofias,
um Templo de boas-venturas,
num mal-cheiroso recôndito,
residências de mal-fadados,
de públicos rincões,
difamados nas ações.

Aqui, faz-se para não dar certo.

Óh Rincão de infâmias mil,
poderia se enxergar?
poderia ver o quanto tu és infame,
o quanto promete e não cumpre,
o quanto rouba da população,
em impostos exorbitantes e injustos?

Brasileiro, gentílico do Brasil,
Acorde!

Levante deste berço esplêndido!

Larguemos as paixões,
larguemos as cervejinhas,
o futebol, o carnaval,
as bundas nuas dos programas de televisão,
e busquemos o principal,
que é nossa identidade nacional!

Brava Gente!

Voltemos a ser bravos,
dignos de nossas escolhas,
dignos de nosso trabalho,
não mais taxado e retaxado,
não mais iludido em promessas vazias,
desiludidos seremos,
desiludidos e verdadeiros,
enfrentando causas,
as mais Nobres possíveis,
O Equilíbrio da Nação!

Libertos seremos,
apenas quando,
formos conscientes.

Com Carinho Compartilho,

Anjo Guardião Branco